JUSTIÇA... QUE NOS DÊ A PAZ LIVRE
Pela paz que procuras,
Rosto marcado pelo sangue de suas ações
decifram teu suor abanado em fruto furtado
da alma de alguém.
A esse que tornou-se impuro
em lamentações saciadas de dissabor
Ossos enterrados na mente insana,
dolorosa terra que pisas sem valor.
Lascivias mentirosas, engenhosas e inocentes
quão tua infância residente
Um apelo a males adjacentes
quedam os muros da pertinência
Os arredores da tua eminência
desleixando o sorriso de uma mãe gentil
Aliciada pela inconsciência
de um filho que cuidadosamente pariu.
Sujas estão tuas vestes,
não essas de algodão que disfarçam sua vergonha
As do cidadão que trabalhava para teu benefício doente,
Escravo da lição
Idôneo nas convicções,
Adulterado pelo sistema de imposições
Em face de uma verdade destinada
Ao círculo articulado pela forjada constituição.
Tua obra beira o sacrifício dos adolescentes ali sem destino
O quanto essa liberdade pode custar,
em ouros não há podem comprar
Lágrimas derramadas na cama desarrumada,
de uma menina desvirtuada
O corrosivo detonador de almas,
implode em desespero pelo adeus desse menino
Que tinha um sonho de travesseiro,
salvar essas vidas repletas de pesadelos.
E que a justiça venha a ter zelo
Pela ordem de seus preceitos
Que o senhor possa dormir em paz,
Não impondo normas a estimado rapaz
Onde a moça tenha a dignidade e o respeito
Demonstradas por seu companheiro
Que tua vida seja tão linda
Almejada no reflexo de ser capaz.
jennybyjenny


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