De fininho,de mansinho as idéias vão se apossando da mente, não me sai das lembranças todas as faces que se foram, todas as risadas que alegraram, as conversas que marcaram, hoje o formato dos olhos se diferenciaram, assim como os rumos, as amizades, os propósitos... Quão infantil é pensar em brinquedos e poesia, se o marco está na moeda, tenho mágoas e saudade, coração de pedra, entalou a correnteza... sonho de consumo, cravos e carrões, foi-se o tempo das rosas e bombons.
Gentilezas no semblante, baboseiras de um mero farsante, que vê triunfante a ruína do semelhante. Caro vendedor de jóias, espalha suas anedotas para o deslumbrado comprador. Sábio balbuciador de palavras, interpela pelo criador, resgata o pobre perdido, usando sua infeliz dor. Ou mesmo o gavola, que espalha sua alegria visando autopromoção, de se tornar o único à ganhar com a situação.
Todo esse caos estilhaçaram a esperança, de pessoas que pensaram que iria tudo melhorar depois dos tempos de criança... Entretanto triste mundo girou tanto que ao mesmo lugar retornou, ninguém se desculpa mais pelo mal que causou, os filhos desobedecem aos pais trocando-os por qualquer idéia ilícita revelando a tão temida fraqueza afetiva.
E de todo esse mal é feito esse novo "mundo", tão moderno... tão digital... tão frio... tão... desumano,
Desconsolada continuo a caminhada, sozinha... pela vida...pensativa...
Jennybyjenny


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